quarta-feira, 20 de maio de 2009

Histórico

Banda desenhada
É possível remontar aos tipos de registo pictórico utilizados pelo homem pré-histórico para representar, por meio de desenhos, as suas crenças e o mundo ao seu redor. Ao longo da história esse tipo de registo se desenvolveu de várias formas, desde a escrita hieroglífica egípcia até às tapeçarias medievais, bem como aos códigos/histórias contidos numa única pintura. Por exemplo, a obra de Bosch no Museu de Arte Antiga, em Portugal, "As Tentações de Santo Antão", representam sequencialmente passos da vida do santo.
Porém, a banda desenhada não se confina à obra original, sendo antes um produto que nasce da novidade que foi a Imprensa escrita. Assim, terá de ser impressa e distribuida por formatos como sejam a revista ou o álbum. Só assim é a arte que conhecemos. Qualquer analogia com aqueles exemplos históricos é apenas coincidência, pois a BD não é a única arte a contar uma história por método sequencial.
Advindo dessa sua ligação embrionária à Imprensa, a banda desenhada encontra seus precedentes nas sátiras políticas publicadas por jornais europeus e norte-americanos, que traziam caricaturas acompanhadas de comentários ou pequenos diálogos humorísticos entre as personagens retratados. Mais tarde esse recurso daria origem aos "balões", recurso gráfico que indica ao leitor qual das personagens em cena está falando (donde o termo italiano "fumetti" - os balões lembram fumaça saindo da boca dos interlocutores). por

Juca e Chico, obra precursora das HQ
No século XIX o livro Max und Moritz, do escritor e desenhista alemão Wilhelm Busch é considerado como o precursor dos quadrinhos[2][3] - pois cada acção era ricamente ilustrada, tornando o texto mais agradável ao público infantil[4].
Porém, a primeira obra com as histórias em quadrinhos conhecidas hoje em dia foi um livro de Rodolphe Töpffer. Detalhes na versão em inglês, digitando-se "comics". Deve-se registrar ainda o trabalho original publicado na imprensa do Brasil, de autoria do artista italiano Angelo Agostini, que fez inúmeras charges e caricaturas de figuras políticas da época de Dom Pedro II, além de criar história em quadrinhos com textos na forma de legenda, consideradas por vários como igualmente precursoras desse tipo de arte.
Os quadrinhos de 1897 e editados até os dias atuais, a usar o formato pelo qual passaram os quadrinhos a ser identificados, foram criados pelo teuto-americano Rudolph Dirks, retratando as aprontações de um par de gêmeos, Hans e Fritz - editados no Brasil como Os Sobrinhos do Capitão, e título original Katzenjammer Kids. Outra personagem antiga que sobreviveu ao tempo foi Popeye, criado ainda em 1929.
No ocidente, a forma de publicação mais popular era basicamente em tiras[carece de fontes?], como as publicadas pelos jornais ainda hoje, e em páginas dominicais coloridas. Com sua crescente popularidade, foram uma das molas propulsoras do crescimento dos impérios de mídia de William Randolph Hearst e Joseph Pulitzer. Distribuídas por agências (syndicates), essas tiras e dominicais da década de 1920 conquistaram a imaginação de leitores do mundo inteiro e foram adaptados para o cinema, em seriados e filmes.

Troll de Troy Soleil
Na década de 1930, essas tiras e dominicais começaram a ser coleccionadas em revistas, dando origem aos primeiros "comic books". Esses primeiros "gibis" tiveram grande sucesso, e logo o material disponível não era suficiente. Surgiram então os estúdios especializados na produção de histórias produzidas especificamente para a página de revistas. A liberdade de usar a página (livre das restrições da "tira") permitiu aos quadrinistas um salto criativo.
Em 1938, com a publicação e o estrondoso sucesso da primeira história do Superman, surgiu o género dos super-heróis, que se tornaria o paradigma dos quadrinhos norte-americanos. Em torno desses heróis mascarados, a partir da década de 1940, desenvolveu-se uma verdadeira indústria do entretenimento.
Na década de 1950, a popularidade e a variedade das revistas em quadrinhos norte-americanas era enorme (a maioria traduzida ao redor do mundo). Faziam muito sucesso, além dos super-heróis, revistas de guerra e terror. Considerados excessivamente violentos e uma influência perniciosa para a "juventude", os quadradinhos passaram a sofrer fortes pressões governamentais. Essas pressões acabaram por forçar, nos EUA, a criação do Comics Code Authority, um código de "ética" que conseguiu praticamente exterminar a criatividade dos quadradinhos norte-americanos nas duas décadas seguintes. Praticamente, porque na década de 1960 autores underground como Robert Crumb começaram a vender nas esquinas seus quadradinhos extremamente autorais, sem limites. Crumb e numerosos colaboradores da lendária[carece de fontes?] Zap Comix influenciaram uma nova geração, mostrando que os quadradinhos eram um meio de expressão de grande potencial.
Hoje, os quadrinhos são publicados em média impressa e eletrónica e agregam ao seu redor um universo de criações que são adaptadas aos jogos, ao cinema, às artes plásticas e a produtos como brinquedos, colecções de roupas, etc.
Entre os elementos de linguagem, além do já citado balão, podem ser destacados[carece de fontes?]: o uso de sinais gráficos convencionados (como as onomatopéias para a tradução dos sons, pequenas estrelas sobre a cabeça de um personagem indicando dor ou tontura, o próprio formato do balão pode indicar o volume ou tom da fala e até mesmo informar que se trata de um pensamento); uso da "calha" para separar um quadro de outro e estabelecer um sentido de evolução no tempo entre as cenas representadas; uso de cartelas ou recordatórios para estabelecer uma "voz do narrador" dentro da história; e o uso de diagramação versátil dos quadros, de acordo com a necessidade dramática de cada cena, entre outros.

Produção do desenho, a lápis
Com a popularização da impressão, a partir da começo do século XIX para o XX a banda desenhada tornou-se imensamente[carece de fontes?] popular em todo o mundo. A sua linguagem é cada vez mais apurada e, apesar de ser tratada, muitas vezes com preconceito, como uma forma de expressão menor seu respeito nos meios académicos vem crescendo a cada dia[carece de fontes?].
Os quadradinhos são lidos pelas mais diversas faixas etárias, desde crianças em idade de alfabetização a idosos coleccionadores[carece de fontes?].

[editar] Denominações
Apesar de nunca terem sido oficialmente batizados, os quadrinhos receberam diferentes nomes de acordo com as circunstâncias específicas dos diversos países em que se estabeleceram.
Por exemplo, nos EUA, convencionou-se chamar comics pois as primeiras historinhas eram de humor, cómicas; na França, eram publicadas em tiras - bandes - diariamente nos jornais e ficaram conhecidas por bandes-dessinées; em Portugal por Histórias aos Quadradinhos (HQ) ou Banda Desenhada; na Itália, ganharam o nome dos balõezinhos ou fumacinhas (fumetti) que indicam a fala das personagens; na Espanha, chamou-se de tebeo, nome de uma revista infantil (TBO), da mesma forma que, no Brasil, chamou-se por muito tempo e (continua a ser largamente usado) de gibi (também nome de uma revista). Tudo, no entanto, se refere a mesma coisa: uma forma narrativa por meio de imagens fixas, ou seja, uma história narrada em seqüência de pequenos quadros. Nesse sentido, o nome utilizado no Brasil seria história em quadrinhos, semelhante à expressão que caiu em desuso em Portugal 'histórias aos quadradinhos'.

Revista do Professor

Revista do Professor

Brinquedos podem contribuir para aprendizagem científica
30/04/2009


A brincadeira envolve todas as idades e o brinquedo sofre transformações – da mesma forma que o bebê brinca com o chocalho, o adulto ‘brinca’ com o celular. O importante é a qualidade do brincar, ou seja, o quanto ele favorece a construção da autonomia do sujeito que brinca. A opinião é do doutor em educação Marcos Pires Leodoro, professor e pesquisador da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Marcos Leodoro é um dos responsáveis pelo Laboratório Pedagógico de Formação de Professores do Departamento de Metodologia do Ensino do Centro de Educação e Ciências Humanas da UFSCar. Com apoio do CNPq, ele organiza oficinas de divulgação da ciência, matemática e tecnologia para crianças de 3 a 6 anos e para professores de escolas municipais de educação infantil do município paulista de São Carlos. Também é responsável pela montagem de um acervo de brinquedos e atividades de educação científica, na Unidade de Atendimento à Criança da UFSCar.
O professor diz que sempre utilizou os brinquedos em suas aulas, tanto no ensino básico quanto na universidade. No início, conta, os estudantes de licenciatura em física eram meio reticentes à proposta de realizar atividades visando explorar conceitos físicos presentes no design e funcionamento de brinquedos. Mas, depois, revela, diversos alunos assumiram a proposta e a aplicaram em suas próprias aulas.
A proposta de utilização do brinquedo na educação científica das crianças visa a criação de uma ambiência lúdica. “Por meio da brincadeira que o brinquedo enseja, mas que só é efetivada pela ação e pelo gesto da criança, a realidade, posta em suspensão, porém jamais ignorada, pode ser representada e, desse modo, problematizada”, justifica.
Em sua opinião, o brinquedo não é e não deve ser objeto de alienação. Segundo ele, a maioria dos objetos, em todas as faixas etárias, pode ser apropriada enquanto instrumento pedagógico da educação científica. Isso ocorre não por acaso, mas em virtude do forte caráter científico e tecnológico da produção material contemporânea, acredita.
“Potencializando a curiosidade e a criatividade das crianças, propomos a elas a reelaboração dos brinquedos e a construção da brincadeira a partir da interação com os objetos industrializados e outros que criam por meio do aproveitamento de materiais de baixo custo”, diz. Ele destaca que as ações das crianças sobre esses objetos devem envolver, entre outras atividades, a construção e desconstrução física, a manipulação livre e a bricolagem. “Temos tido um retorno muito positivo das crianças, no sentido de verificar o quanto estão atentas à realidade em que vivem e como podem criar, transformar e ressignificar os objetos e brinquedos”, assegura.
Comunidades pobres – Na visão de Marcos Leodoro, mesmo os professores de comunidades pobres dispõem de inúmeros recursos para a educação científica dos estudantes, desde que tenham motivação, uma formação razoável na disciplina em que lecionam, e espírito criativo. “Quando vejo caixas de papelão, garrafas PET e outros objetos jogados pelas ruas, penso em várias apropriações lúdicas e didáticas que poderiam ser realizadas com esses materiais”, ressalta o professor.

Fátima Schenini
Fonte: http://portal.mec.gov.br

terça-feira, 19 de maio de 2009

Uma aula de Literatura de Cordel

Sugestões de Aulas
A arte do cordel: da Xilogravura ao Cinema
Fechar visualização
Informações da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula
Conhecer a literatura de cordel – produção cultural, análise da linguagem verbal e não verbal e o suporte. Compreender a técnica da xilogravura (conhecer o processo de entalhe e impressão). Conhecer artistas que trabalham com a literatura de cordel. Valorizar as diversas culturas do país, sua contribuição para a identidade nacional. Reconhecer a influência da cultura nordestina em outras culturas no Brasil.
Duração das atividades
4 aulas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
• Linha, forma, plano, profundidade espacial (artes) • Regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Sul, Sudeste, Centro Oeste e os Estados que compõem cada região (Geografia)
Data de publicação
2008-09-01 11:38:18.0

Estrutura Curricular


Ensino Fundamental Final Artes Arte Visual: Arte visual como produção cultural e histórica

Autor

Nome
Juliana Gomes de Souza Dias

Instituição
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
UF
Paraná

Co-Autor
Autor de Origem


Eziquiel Menta
Juliana Gomes de Souza Dias

Estratégias e recursos da aula

Atividade 1:Para iniciar a discussão sobre Literatura de Cordel o professor deve instigar os alunos com os seguintes áudios:
“Série do Professor - Gente Brasileira - Programa 07: "Literatura popular em versos - Os folhetos de cordel” disponível em http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=20591
“Série do Radialista - Programa 12: "O cordel na alfabetização" disponível em http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=20607.
Agora que os alunos já despertaram o interesse pela Literatura de Cordel, assistam aos filmes “A Moça que Dançou Depois de Morta” ou “Cordel Vivo” e discutir os seguintes pontos: o perfil do personagem principal, exemplos na sociedade, valores expressados na mensagem. A linguagem: verbal e não verbal, o suporte (animação) em relação a técnica (xilogravura).Como referência para discussão o professor pode utilizar os sites indicados sobre Xilogravura e a vida e obra de J. Borges.• O filme “A moça que dançou depois de morta” é baseado na Literatura de Cordel e ilustrado com as xilogravuras de J. Borges, famoso artista popular do sertão nordestino. Para saber mais sobre a vida e obra de J. Borges é necessário ter um software que faça leitura de documentos .pdf.• Assista o vídeo e veja a proposta pedagógica do Porta Curtas em http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=3144
Atenção: Caso o professor tenha dificuldade de acesso a internet, para assistir ao vídeo on-line no site do Porta Curtas indicamos a leitura da lenda, que está disponível em: http://www.rosanevolpatto.trd.br/lendamocamorta.html Pontos para observar no filme e discutir com a turma:
O perfil do personagem principal
Exemplos na sociedade
Valores expressados na mensa gem
A linguagem: verbal e não verbal
O suporte (animação) em relação a técnica (xilogravura)
Outro exemplo de Literatura de Cordel é o filme “Cordel Vivo” que traz uma poesia de cordel narrada e reproduzida em desenho animado, com as ilustrações típicas dos folhetos originais. Disponível no Porta Curtas em http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=1551• Caso o professor queira salvar o filme, ele está disponível no Youtube com o título "A árvore do dinheiro" (http://br.youtube.com/watch?v=2p7gMAPwcaU)
Para conhecer um pouco mais sobre a Literatura de Cordel acesse o site da ABLC – Associação Brasileira de Literatura de Cordel, disponível em http://www.ablc.com.br/publicacoes/public_cordel.htm lá você vai encontrar várias histórias, alguns gravuristas, curiosidades sobre o cordel e como escrever uma poesia de cordel.Para complementar o conteúdo verifique o site Teatro de Cordel, no menu “Espaço do Professor” onde tem os “erros mais comuns” sobre a literatura de cordel e relato de professores e sua experiência com o Cordel. Disponível em http://www.teatrodecordel.com.br/O professor também pode trabalhar com outros Cordelistas, como por exemplo o Blog em homenagem a Leandro Gomes de Barros, algumas histórias e referências sobre os escritores e publicações sobre Cordel. Disponível em http://www.cordelonline.com.br/links.html
O Blog do Honório Cordelista - Recife, PE, Brazil, com imagens de festas e eventos sobre cordel. Disponivel em Pé de Verso: http://www.zehonorio.blogspot.com/
Para trabalhar com os alunos outros Textos sobre Cordel acesse o Recanto da Letras em: http://recantodasletras.uol.com.br/cordel/Ao trabalhar com Cordel e Xilogravura veja o texto disponível em Blog do pé: "Literatura de Cordel: Xilogravuras, temas e ensino, disponível em http://blog.teatrodope.com.br/2007/05/09/literatura-de-cordel-xilogravura-temas-e-ensino/
Assista ao vídeo. Literatura de cordel do Youtube em http://br.youtube.com/watch?v=OTxEL9lptW4&feature=related
Entretanto, é necessário conhecer um pouco mais sobre a Cultura Popular Nordestina, para isso acesse o site Arte Popular em http://www.pontosolidario.com.br/xilo_cordel.htm
Conheça um pouco mais sobre o repente, que esta associado a Literatura de Cordel na narração da história do “ ;Casamento do Curió” em http://br.youtube.com/watch?v=HJG1d4Zotag&feature=related

Atividade 2: Agora chegou a hora dos alunos produzirem uma pesquisa sobre Literatura de Cordel, Xilogravura e suas curiosidades. Para isso o professor deve dividir a turma em 7 pequenos grupos e propor a escolha dos seguintes temas:
Literatura de Cordel
J. Borges
Xilogravura
A cultura do Cordel Hoje
Curiosidades sobre o Cordel
Artistas que utilizam a técnica da Xilogravura no Brasil hoje
Como referência os alunos podem acessar os sites indicados. É interessante que o professor divida a aula em dois momentos: o primeiro para pesquisa e reunião das informações e o segundo para apres entação do resultado.Na apresentação os alunos deverão elaborar um t exto sobre o tema pesquisado, focando sua opinião, dificuldades durante a pesquisa, conhecimentos prévios sobre o tema, a importância da pesquisa sobre o tema proposto.Para complementar a apresentação os alunos podem utilizar os recursos: apresentações de slides, desenhos e fotos.O grupo que optar por trabalhar com imagens pode utilizar o software Gimp, um editor de imagens de diferentes formatos, disponível para plataforma Linux e Windows. No site há dicas sobre o programa e tutorias. Com o software BrOffice o grupo pode além de criar apresentações elaborar textos e desenhos, verificar alguns tutoriais sobre o uso do programa.Disponível em http://www.ogimp.com.br/ e http://www.broffice.org/broo/?q=produto/impressPara fechar a discussão o professor deve comentar os pontos positivos e negativos de cada apresentação e o que deve ser complementado sobre cada tema, para publicação de um jornal.Atividade 3:Agora que já foi despertado nos alunos o interesse pela Xilogravura é hora do professor demonstrar para os alunos a técnica e iniciar a experimentação com a turma. Enquanto os alunos vão experimentando a nova técnica o professor deve direcionar a produçã ;o em relação aos temas pesquisados na Atividade 2.O professor deve reservar um tempo da aula para fazer uma discussão sobre o resultado dos trabalhos: as descobertas dos alunos em relação as formas, figura e fundo, uso da luz e sombra, texturas da matriz, impressão e papel; qualidades na impressão, pertinência da imagem em relação ao tema apresentado.Atividade 4:Nesse momento o professor e a turma deve resgatar a pesquisa complementada realizada na aula 02 e selecionar alguns trabalhos impressos na aula 03 e produzir um jornal sobre Literatura de Cordel e Xilogravura.Esta atividade requer a participação da turma inteira, como forma de integração dos alunos sugerimos a divisão da turma em 4 equipes:
Grupo 1 – Edição do conteúdo pesquisado – para formar esse grupo selecione um ou dois alunos que formaram o grupo inicial de pesquisa na aula 02.
Grupo 2 – Ilustração do Jornal – para formar esse grupo selecione um ou dois alunos de cada grupo dos seguintes temas: Xilogravura, J. Borge s, Artistas que Trabalham com Xilo no Brasil hoje.
Grupo 3 – Produção de Histórias – para formar esse grupo selecione um ou mais alunos de cada grupo do seguintes temas: Literatura de Cordel, Curiosidades sobre o Cordel, A Cultura de Cordel Hoje.
Grupo 4 – Diagramação – este será o menor grupo pois será responsável para organizar as informações produzidas pelo Grupo 1, 2 e 3.
Sugerimos também para edição do material os softwares livres:
o Inkscape para trabalhar imagens vetoriais: http://www.inkscape.org/
o Scribus para diagramação: http://baixaki.ig.com.br/download/Scribus.htm .
o Ambos estão disponíveis para as plataformas Windows e Linux.
Após a produção do material é hora da publicação, distribua cópias impressas ou envie para lista de e-mails da escola o jornal no formato pdf. E verifique com os alunos e a Comunidade Escolar em geral a opinião/reação deles sobre o material.
Sugestão de Avaliação:

Iniciante 4,0
Aprendiz 6,0
Profissional 8,0
Mestre 10,0
Apenas integrou os grupos: pouca participação na exploração do material sugerido e disperso durante a realização das atividades
Participação razoável no grupo: explorou o material sugerido, porém fez poucas considerações para o grupo, em alguns momentos esteve disperso durante as atividades.
Participação mediana: explorou material sugerido, indicou outras fontes para pesquisa, mas teve dificuldades para trabalhar em equipe de forma colaborativa.
Participação efetiva: explorou material sugerido, indicou outras fontes de pesquisa, interagiu com todos os temas apresentados e colaborou com todos os grupos.


Recursos complementares

Tutorial em português de Inkscape: http://padawanzone.wordpress.com/2008/06/03/tutorial-em-portugues-de-inkscape/ Tutorial em português para o scribus; http://www.allanbrito.com/2007/08/28/tutorial-scribus-opcao-para-o-adobe-indesign-e-quarkxpress/

Avaliação

A avaliação pode ser feita em conjunta aluno/professor e ao término de cada aula proposta. É importante que o aluno reflita sobre os pontos avaliados e que postura assumiu diante de cada desafio.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Para Colegas: Professores de Português

Possibilidades de Leitura

Fazer a leitura em voz alta de alguns capítulos da obra: alunos e professor intercalando a leitura e criando curiosidade quanto ao resto da história. É muito mais divertido do que uma leitura solitária;
Jogo de incorporação à leitura: escolhemos um capítulo ou trecho e fazemos algumas marcas no texto (a cada duas ou três linhas). Um aluno inicia a leitura em voz alta e, seguindo uma ordem estabelecida antecipadamente, um novo aluno começa a ler a cada marca do texto, até que todos estejam lendo juntos;
Feira de leitura: o grupo encarregado da atividade anunciará — como faziam os leiloeiros antigamente — que em determinada hora e lugar será feita a leitura de certo trecho do livro. Também farão cartazes anunciando o grande acontecimento;
Leitura dramatizada: um grupo prepara a narração de algum capítulo da obra para contar aos outros (ao ar livre), utilizando imagens seqüenciais dos fatos. Os narradores podem vestir-se conforme o estilo da época e pode-se encenar alguns personagens;
Leitura musical: cada grupo fica responsável por um capítulo e escolhe uma música que combine com o trecho a ser lido. Durante a leitura podem ser feitas pausas para ouvir a música, que ficará de fundo para os narradores.
Que tal? Não são idéias tão complicadas de ser feitas e, sem dúvida, são muito mais divertidas do que um “Leiam o capítulo 5 para a próxima aula!”.

domingo, 17 de maio de 2009

DICAS DE LEITURA


DICAS DE LEITURA


A cidade do sol Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rasheed, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos.Laila tem 14 [...]Investimentos inteligentes Todos já sonhamos em conquistar nosso primeiro milhão de reais. Trata-se de uma cifra mágica que representa a tão desejada independência financeira.Para muitos, porém, é também uma espécie de desafio intransponível. Em Investimentos inteligentes, o consultor financeiro Gustavo Cerbasi prova que alcançar o número mágico não tem nada de impossível e que, com a [...]O Monge e o Executivo: uma História sobre a Essência da Liderança Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos.Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar [...]O livro das citações A obra de Eduardo Gianetti não é uma reles coletânea de provérbios, como pode sugerir o título, nem se trata de citações espirituosas. Dividida em 36 capítulos escritos de forma não linear, permite ao leitor a passear pelas páginas do livro, em uma jornada prazerosa e agradável, tal qual um passeio com seu melhor amigo. [...]O Segredo Fragmentos de um grande segredo foram encontrados nas tradições orais, na literatura, nas religiões e filosofias ao longo dos séculos. Pela primeira vez, todas as peças do Segredo se juntam numa revelação incrível que transformará a vida de todos que o vivenciarem. Neste livro, você aprenderá como usar o Segredo em cada aspecto da sua [...]
Nívea Moreira LER PARA CRESCER às Quinta-feira, Maio 14, 2009 0 comentários
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